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Criação da Asa Design é promessa para 2012

A poltrona Baobá, criação da designer Daniela Ferro com exclusividade para a Estofados Jardim, de Jaraguá do Sul, foi a aposta de um grupo de arquitetas para a decoração deste ano. Segundo elas, em 2012, a mistura de texturas e estampas florais, o uso de cores quentes e alegres e da madeia deverá ser bem explorado para construção de ambientes mais intimistas e acolhedores.

Você pode conferir a matéria completa, que foi publicada na revista Lush (ed. fev. 2012) clicando aqui>> http://www.revistalush.com.br/43/#

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Estofados Jardim e Asa Design celebram uma longa parceria

A primeira edição de 2012 da Revista Kaza traz anúncio de página inteira que celebra a parceria entre a Estofados Jardim e a Asa Design. Daniela Ferro assina vários produtos da marca desde 2000, e nesta oportunidade, apresentou o sofá âmbar.

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Num mundo em rápida transformação, luxo é ser autêntico


Daniela Ferro é head designer da Asa Design (www.asadesign.com.br)

É com muita satisfação que escrevo para a Casa Sul, uma publicação de indiscutível coerência editorial e altíssima qualidade de imagens e textos. Como designer de móveis há quinze anos desenvolvendo produtos para indústrias da Região Sul e São Paulo, creio que posso contribuir apresentando algumas reflexões.

Bom, considerando que design “é o que a gente faz da vida”, estou sempre atenta às tendências do mercado de decoração, e de como este mercado reflete nosso contexto social e cultural. O fato é que, neste mundo de 7 bilhões de seres humanos, os desafios são enormes e muitas mudanças estão ocorrendo ao mesmo tempo, em ritmo super acelerado. Nosso planeta parece ter ficado pequeno nas últimas décadas, e por isso questões como sustentabilidade, estilo de vida, tendências de consumo e mudanças sociais estão interligadas. E é para este mundo, cada vez menor e ao mesmo tempo mais complexo, que procuro oferecer soluções, através dos projetos que desenvolvo.

Os grandes desafios de hoje são os mesmos com os quais nos defrontamos no dia-a-dia de nossas profissões.Os arquitetos devem perguntar-se: como posso fazer com que esta casa seja ensolarada, de modo a economizar energia e propiciar bem-estar aos seus moradores? Quais são os materiais de construção de menor impacto ambiental que posso empregar nesta obra? Eu, como designer, procuro responder a outras questões: como usar criativamente a madeira de demolição, de modo a valorizar ao máximo uma matéria-prima tão nobre? Que características este novo produto que estou desenvolvendo precisa ter, tendo em vista que do sucesso dele depende a permanência de meu cliente no mercado, e a manutenção de vários empregos?

São perguntas complexas que exigem pesquisa, reflexão e intenso trabalho criativo. Nem sempre é fácil.

Para dar conta do recado, em pelo menos um final de semana a cada dois meses costumo refugiar-me, junto com minha família, em uma pequena pousada na região de Garuva, em Santa Catarina. Neste belo local, coisas aparentemente simples como a alimentação natural, o ar puro, os banhos de rio e a companhia de pessoas especiais são bálsamos que renovam minhas energias e minha criatividade. Tomando um banho de sol sobre as pedras do rio cristalino, concluo: este é um luxo verdadeiro, pois acredito que luxo, no sentido de ser algo que desejamos intensamente, deve ser aquilo que nos traz bem-estar e felicidade.

Compartilho com vocês esta crença porque ela me acompanha em tudo o que faço, inclusive na criação de móveis, junto com minha brava equipe. Por isso, costumo defender a leveza das formas, a valorização dos materiais naturais e do artesanato, a reciclagem das madeiras nobres, o conforto e a descontração, de preferência combinando todos estes fatores. Agindo assim, meu trabalho passa a ser autêntico, pois posso criar coisas novas alinhadas com os meus valores.

E acredito que somos originais apenas se, antes, formos autênticos.

Texto publicado na revista Casa Sul, edição de dezembro de 2011.

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Daniela Ferro em dobro na CasaMix

O trabalho de Daniela Ferro, head designer da Asa Design, aparece em dose dupla na revista CasaMix do mês de novembro. Na seção Design Nacional, que apresenta algumas criações de designers brasileiros, ela assina a cadeira Matisse, à venda na Breton Actual, em São Paulo. Na página ao lado, um anúncio da Brisa Móveis destaca a cadeira Dalila, também assinada por Daniela.

Destaque para as cadeiras Matisse e Dalila, ambas assinadas por Daniela Ferro

 

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Asa Design está na Casa Vogue

No “Especial Giro de Decoração – Fortaleza” da revista Casa Vogue de outubro, a poltrona Hibisco, criada por Daniela Ferro e Fernanda Polucha, da Asa Design, aparece como peça eleita pelo arquiteto e decorador Racine Mourão. Na capital cearense, a Hibisco está sendo comercializada pela loja Lado Sul.

Destaque para a poltrona Hibisco na matéria da página 253

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Um segredo de Charles e Ray Eames

Video ilustra o processo de criação e produção das cadeiras assinadas pelo casal Eames

Por Ana Paula Migueis, de Curitiba

Será interessante e curioso para nós? Podemos fazer isto melhor? Será divertido?”

Essas eram algumas perguntas que moviam o olhar criativo e ousado de Charles e Ray Eames, o casal que revolucionou o design a partir da década de 40, desenvolvendo peças mais limpas, lúdicas, modernas, funcionais e, surpreendentemente simples.

Sua relação com a Herman Miller começou com a produção de conchas de madeira compensada moldada, utilizadas em diversos projetos, entre eles a famosa Eames Lounge Chair. O processo criativo era resultado da combinação equilibrada entre arquitetura, design e ciências e de estudos de processos, estilos e funções. O video foi produzido pela Herman Miller e apresenta os métodos utilizados no desenvolvimento dos projetos e as etapas de fabricação das conchas de fibra de vidro, famosas pela estética vanguardista e atemporal.

Os detalhes não são detalhes. Eles são o produto.” Charles Eames

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Vídeo apresenta os principais produtos desenvolvidos pela Asa Design

A Asa Design acaba de lançar um vídeo com a apresentação dos principais produtos criados recentemente para a indústria moveleira de alta decoração. No portfólio estão peças desenvolvidas para empresas como Brisa Móveis, Steel, Arte Nova, Marka, Estofados Jardim e Formaludens.

O vídeo destaca peças premiadas, como a cadeira Lille, selecionada pelo Salão Design Casa Brasil 2009, a cadeira Lua Nova, selecionada pela Bienal Brasileira de Design 2010, e a poltrona Órbita, finalista do 22º. Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira.

Acesse o link e assista a apresentação: http://www.asadesign.com.br/portfolio_2011/index.html

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Asa Design na Casa Cor Paraná

A Casa Cor Paraná 2011, que encerrou sua 18º. edição no dia 19 de julho em Curitiba, trouxe móveis desenhados pela Asa Design em dois de seus ambientes projetados. No espaço da construtora Mendes Sibara estão três móveis desenhados para a Brisa Móveis: banqueta Lille, mesa Bistrô e mesa lateral Nascente. No ambiente Estar Íntimo de Inverno, criado por Daniele Viesser Valente, é possível ver o sofá Lupi, desenhado para a Estofados Jardim.

Peças da Brisa Móveis compõe Espaço Mendes Sibara na Casa Cor 2011

Sofá Lupi no ambiente Estar Íntimo de Inverno

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Por um móvel mais verde

A designer Daniela Ferro fala sobre os desafios da indústria moveleira – e do design – para alcançar a sustentabilidade

Por Alice Duarte, de Curitiba

Daniela Ferro, head-designer da Asa Design

A indústria brasileira de móveis é sustentável?

Há muitas indústrias dizendo que são sustentáveis, mas suas ações não têm consistência. No segmento de alta decoração e no trabalho com design assinado, mais autoral, há mais espaço para introduzir práticas sustentáveis. Porém, isso não é bom porque fica restrito à elite. Por outro lado, podemos ver alguns designers e empresas caminhando nessa direção. Aos poucos vamos conseguindo introduzir ações mais sustentáveis na indústria, assim como fazemos dentro de casa, quando separamos o lixo reciclável.

Como você vê o panorama atual?

Hoje estamos vivendo a cultura do descartável. E isso é mais acentuado nas indústrias de móveis populares, que não trabalham com matérias-primas duradouras. O resultado são peças que não resistem ao desgaste e que logo viram lixo. O  destarte de um móvel é complicado. A maioria das peças é fabricada em MDF, que tem formol em sua composição. Hoje já existe o chamado MDF ecológico, mas não são todas as fábricas que usam. Ainda temos o revestimento melamínico de Baixa Pressão (BP), que leva resina sintética (e é muito mais barato que a lâmina de madeira), e o poliuretano das espumas dos estofados e colchões. O segmento moveleiro no Brasil ainda não discute a logística reversa dos produtos. A própria fábrica teria que ter estrutura para receber o móvel de volta, mas geralmente são empresas pequenas. A discussão existe em alguns países avançados como a Alemanha. Aqui isso teria que começar primeiro pelas indústrias alimentícia e de cosméticos, que produzem uma quantidade absurda de embalagens.

Qual o papel do designer nessas escolhas?

O designer fica muito em cima do que é tendência. Na feira de móveis de Milão, por exemplo, praticamente não há madeira maciça. Lá se trabalha muito com revestimento em laca e  lâmina de carvalho, uma madeira que aqui no Brasil precisamos importar. Com a diversidade da flora brasileira, por que não utilizar madeiras nacionais? Percebo que já existe um desejo de usar lâminas de madeiras nacionais na alta decoração, como o pau ferro, frejo e sucupira.Não dá para ficar amarrado em soluções padronizadas que vêm de fora. É preciso olhar ao redor, ser mais criativo nessas escolhas. Ao contrário da Europa, o Brasil tem potencial para produzir móveis mais naturais, biodegradáveis, que valorizam o uso da madeira, da fibra e de tecidos naturais.

 

Cadeira Prosa, projeto desenvolvido para Formaludens

 

Os móveis de madeira maciça têm outro status na decoração. Nesse nicho, o que seria mais sustentável usar?

O pinus e o eucalipto são alternativas interessantes. Os designers estão olhando com outros olhos para essas madeiras de reflorestamento. Por outro lado, apesar de serem renováveis, estas florestas plantadas são ruins para a biodiversidade, mas ainda sim é melhor que usar madeiras da Amazônia, principalmente porque a gente não sabe se foi tirada da maneira correta, conforme a lei. Não dá para confiar muito porque sabemos que no Brasil existe corrupção dentro dos órgãos de fiscalização. Não acho errado usar madeira brasileira, mas tem que investigar se é madeira de devastação ou de manejo. Outra opção interessante na alta decoração é reutilizar materiais nobres, como a madeira de demolição, que está muito valorizada.

Até que ponto um selo de móvel ecológico influencia a decisão do consumidor?

Tenho um cliente moveleiro que acha que ser sustentável não é argumento suficiente para o sucesso de um produto, e sim o design. O design que a gente faz tem que ser bem sucedido, ou seja, gerar vendas para manter as indústrias e os empregos. Para vender, esse produto precisa ter qualidade, preço justo e ainda emocionar o usuário. Isso é o que o consumidor procura. Achar o equilíbrio é o grande desafio de hoje.

O preço é hoje o maior inimigo da sustentabilidade?

Pode se dizer que sim. Estamos enfrentando um problema muito sério que é a importação maciça de produtos chineses. Até mesmo as indústrias de móveis estão trazendo peças de lá. É possível dizer que hoje os produtos chineses têm mais qualidade, ao contrário do que ocorria no passado. Eles estão chegando no Brasil com mais qualidade, mais baratos e ainda com design. Por causa disso algumas fábricas nacionais estão pensando em desistir de fabricar cadeiras, tamanha é a invasão desse produto.

Cadeira Mira, projeto desenvolvido para Formaludens

Como reverter essa situação?

O certo seria o consumidor praticar aqueles três “Rs”: reduzir o consumo, reutilizar e reciclar. Sei que tem gente que prefere comprar um móvel de plástico ao de madeira, por ser reciclável. Mas eu prefiro um móvel biodegradável e que dure bastante. A moda retrô está muito forte. Por toda parte há gente dando outro uso para aquele móvel da casa da avó e isso é um caminho interessante na decoração. Trabalho para que as peças tenham um design mais significativo, mais elaborado, que tenham valor agregado e que não sejam facilmente descartadas. Que quando elas não tiverem mais uso em uma casa,  que ainda possam ter uma sobrevida em outro lugar.

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Uma viagem ao criativo mundo de Hermès

Por Alice Duarte, de Curitiba

Nesse imenso balaio chamado internet, onde ninguém mais sabe o que fazer para chamar e prender a atenção do internauta – já tão saturado de estímulos visuais –, uma empresa francesa de artigos de luxo quebra paradigmas na hora de conquistar o consumidor.

A Hermès Paris tem um site corporativo chamado “Voyages dans l’univers d’Hermès ou na tradução, Viagem ao mundo de Hermès  –, que é um brinde para os sentidos. Neste ambiente virtual tudo é vanguarda, desde o layout do site, as lúdicas apresentações multimídia dos produtos, até a maneira como eles reforçam a marca e a identidade da empresa.


A empresa nasceu
em1837 produzindo arreios para cavalos. Ao longo do tempo passou a produzir diversos artigos de luxo, como perfumes, roupas, gravatas,lençosecachecóis em seda, além dos famosos produtos em couro, pelos quais a marca é especialmente conhecida. A imagem do cavalo, presente desde a sua fundação, está sempre em destaque (na logomarca da empresa há um cavalheiro, um cavalo e sua carruagem). Um exemplo pode ser visto na seção “Surprises” (no menu à esquerda da página), com o link “Je suis un cheval” – na tradução, Eu sou um cavalo –, onde são exibidos vários vídeos de pessoas imitando o animal, com sons, expressões corporais, posturas e cavalgadas.

Além de bizarrices como esta, é possível aprender desde como preparar panquecas com xarope de maçã e frutas vermelhas, até tocar uma sinfonia com sons de ferramentas. Outra experiência interativa interessante envolvendo sons e música está no link “Millésime dancing”, onde o internauta pode brincar de ser DJ. Tudo isso, claro, feito para vender caixinhas de arquivo vintage.

A empresa não é referência somente quando o assunto é moda. Para os amantes do design e da publicidade, vale à pena dedicar alguns minutos para explorar e se inspirar no criativo mundo de Hermès.

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