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Vídeo apresenta os principais produtos desenvolvidos pela Asa Design

A Asa Design acaba de lançar um vídeo com a apresentação dos principais produtos criados recentemente para a indústria moveleira de alta decoração. No portfólio estão peças desenvolvidas para empresas como Brisa Móveis, Steel, Arte Nova, Marka, Estofados Jardim e Formaludens.

O vídeo destaca peças premiadas, como a cadeira Lille, selecionada pelo Salão Design Casa Brasil 2009, a cadeira Lua Nova, selecionada pela Bienal Brasileira de Design 2010, e a poltrona Órbita, finalista do 22º. Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira.

Acesse o link e assista a apresentação: http://www.asadesign.com.br/portfolio_2011/index.html

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Asa Design na Casa Cor Paraná

A Casa Cor Paraná 2011, que encerrou sua 18º. edição no dia 19 de julho em Curitiba, trouxe móveis desenhados pela Asa Design em dois de seus ambientes projetados. No espaço da construtora Mendes Sibara estão três móveis desenhados para a Brisa Móveis: banqueta Lille, mesa Bistrô e mesa lateral Nascente. No ambiente Estar Íntimo de Inverno, criado por Daniele Viesser Valente, é possível ver o sofá Lupi, desenhado para a Estofados Jardim.

Peças da Brisa Móveis compõe Espaço Mendes Sibara na Casa Cor 2011

Sofá Lupi no ambiente Estar Íntimo de Inverno

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Uma viagem ao criativo mundo de Hermès

Por Alice Duarte, de Curitiba

Nesse imenso balaio chamado internet, onde ninguém mais sabe o que fazer para chamar e prender a atenção do internauta – já tão saturado de estímulos visuais –, uma empresa francesa de artigos de luxo quebra paradigmas na hora de conquistar o consumidor.

A Hermès Paris tem um site corporativo chamado “Voyages dans l’univers d’Hermès ou na tradução, Viagem ao mundo de Hermès  –, que é um brinde para os sentidos. Neste ambiente virtual tudo é vanguarda, desde o layout do site, as lúdicas apresentações multimídia dos produtos, até a maneira como eles reforçam a marca e a identidade da empresa.


A empresa nasceu
em1837 produzindo arreios para cavalos. Ao longo do tempo passou a produzir diversos artigos de luxo, como perfumes, roupas, gravatas,lençosecachecóis em seda, além dos famosos produtos em couro, pelos quais a marca é especialmente conhecida. A imagem do cavalo, presente desde a sua fundação, está sempre em destaque (na logomarca da empresa há um cavalheiro, um cavalo e sua carruagem). Um exemplo pode ser visto na seção “Surprises” (no menu à esquerda da página), com o link “Je suis un cheval” – na tradução, Eu sou um cavalo –, onde são exibidos vários vídeos de pessoas imitando o animal, com sons, expressões corporais, posturas e cavalgadas.

Além de bizarrices como esta, é possível aprender desde como preparar panquecas com xarope de maçã e frutas vermelhas, até tocar uma sinfonia com sons de ferramentas. Outra experiência interativa interessante envolvendo sons e música está no link “Millésime dancing”, onde o internauta pode brincar de ser DJ. Tudo isso, claro, feito para vender caixinhas de arquivo vintage.

A empresa não é referência somente quando o assunto é moda. Para os amantes do design e da publicidade, vale à pena dedicar alguns minutos para explorar e se inspirar no criativo mundo de Hermès.

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Showroom da Breton expõe móveis exclusivos criados pela Asa Design

Por Alice Duarte, de Curitiba

Showroom da Gabriel Monteiro da Silva, no Jardim Paulista em São Paulo

As coleções 2011 da Arte Nova e da Steel – desenhadas pela equipe da Asa Design, sob coordenação da head designer Daniela Ferro – estarão expostas no showroom das lojas Breton Actual de São Paulo e do Rio de Janeiro a partir de julho. Sinônimo de móveis de alto padrão, as lojas Breton terão exclusividade na venda dos produtos nas duas capitais.

A linha da Steel, composta por mesas de centro, de jantar, mesa lateral e aparador, tem design inspirado nas formas do origami. As peças exploram a laca colorida, as lâminas de madeira e principalmente o aço inox.

Já a linha da Arte Nova, com móveis para sala de estar e de jantar, foi inspirada nos artistas do movimento concretista e no trabalho dos pioneiros do design brasileiro. As peças valorizam a madeira e o trabalho de marcenaria fina, quase artesanal.

As coleções das duas marcas podem ser vistas na apresentação multimídia criada pela Asa Design. Para conhecer os produtos acesse os links:

Arte Nova
Steel

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Showroom em Israel apresenta produtos assinados pela Asa Design

Produtos criados pela Asa Design para a fabricante Estofados Jardim, de Jaraguá do Sul (SC), estão em exposição em Israel. Um total de quatro peças compõe o showroom da loja Pau Brazil Eco-Design, que fica na capital Tel Aviv. São dois ambientes, um que dá destaque para o sofá Yuri e as poltronas Jasmim, e outro que traz o sofá Lúmen e as poltronas Acácia.

Para visualizar os produtos, acesse o site da Estofados Jardim: www.estofadosjardim.com.br

Sofá Lúmen e poltronas Acácia

 

Sofá Yuri e poltronas Jasmim

 

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Lições da montanha, lições para a vida

Equipe da Asa Design encara o desafio de subir o Monte Crista e descobre que o caminho reserva grandes ensinamentos

Por Alice Duarte, de Curitiba

Ritos da Montanha é realizado sempre no mês de maio no Monte Crista

Estabelecer uma meta elevada, fazer um detalhado planejamento para alcançá-la, enfrentar obstáculos, trabalhar em equipe, superar os próprios limites, apoiar e ser amparado. Estas e outras lições que todos devem colocar em prática num ambiente corporativo puderam ser vivenciadas pela equipe da Asa Design durante o Ritos da Montanha, realizado no último dia 21 de maio. Conduzida por José Scussel, fundador da pousada Monte Crista Ashram, esta é uma vivência de subida ao Monte Crista, montanha mágica localizada próxima à cidade catarinense de Garuva. As designers Daniela Ferro Gil, Rossana Manaka e Ana Paula Migueis, todas marinheiras de primeira viagem, encararam este desafio como um treinamento para lidar com as dificuldades que a toda hora surgem na vida profissional.

Elas se juntaram a um grupo de quase 40 pessoas que participaram da atividade, incluindo o pessoal de suporte e organização. Como a montanha é muito próxima ao litoral, a caminhada inicia praticamente no mesmo nível do mar. São mil metros de altitude, que se convertem em uma caminhada íngreme e exaustiva até o cume. A jornada iniciou às 8h30 do sábado e se estendeu até o final do dia. Isso porque todos permanecem juntos e seguem na velocidade ditada pelo mais lento do grupo, que propositadamente é posicionado na dianteira.

Desafios

A subida da montanha reserva surpresas, belezas, desafios e muito mistério. Logo de início o grupo teve que atravessar o rio Três Barras a uma temperatura nada agradável. Por conta da chuva que caiu antes, todos pegaram a trilha enlameada e muito escorregadia. Nos pontos mais difíceis, a subida para alguns só foi possível com a ajuda dos mais experientes. “Teve uma situação que se eu não tivesse ajuda, não conseguiria chegar ao final sozinha”, diz Rossana. Em um momento ela caminhou na frente de todo o grupo. O fato de saber que se ela parasse ali todos também parariam, começou a deixá-la ansiosa e ofegante. “Mas nessa hora o José, que vinha atrás de mim, começou a cantar uma música e logo me acalmei. Se você está no grupo, você é o grupo. Apesar das dificuldades, você não pensa em parar e voltar sozinha”, diz.

Mas nem tudo são espinhos. Há belíssimas cachoeiras pelo caminho e em alguns trechos é possível ver um antigo e misterioso calçamento de pedras que, segundo a teoria de alguns historiadores, é parte do Caminho do Peabiru, via pré-colombiana que unia povos indígenas sul-americanos.

O grupo conseguiu chegar ao topo da montanha ao entardecer. Lá em cima, uma equipe de suporte os aguardava com uma grande tenda armada e uma quente sopa de abóbora. Todos fizeram uma pausa no acampamento, deixaram as mochilas e foram até o cume, onde fica o mitológico guardião de pedra, uma figura esculpida pelo tempo, que acreditam ter sido usada para rituais indígenas no passado. A vista lá de cima, de onde é possível avistar até o litoral de Santa Catarina, ficou encoberta naquele dia um por denso nevoeiro.

Ritual

De volta ao acampamento, todos se posicionaram em forma de mandala dentro da tenda. Ali dava início ao famoso ritual comandado por Scussel, um momento de paz e transcendência onde todos são convidados a se conectar com bons sentimentos, bons pensamentos e com a essência da natureza. “Nessa hora a pessoas começaram a dar seus depoimentos contando sobre suas vidas ou sobre a experiência da subida”, relata Ana Paula.

A designer Rossana Manaka

Todos permaneceram por horas na mandala, alguns deitados, alguns sentados, outros dormindo. “As pessoas seguraram velas e começaram a cantar mantras. Foi um momento muito maravilhoso. Apesar de estar muito cansada, eu não dormi no início, fiquei naquele estado de vigília”, conta.

A designer Ana Paula Migueis

Depois teve a unção com óleo nos chakras que são centros de poder, e todos receberam um colar com um pequeno guardião de pedra. “No final, o cansaço mental e físico é tão forte que você chega num estado alterado de consciência, mas lá você recebe palavras bonitas e logo se recupera. Achei que fosse haver doutrinação. Mas vi que não se trata de religião, são ensinamentos bem universalistas. O José apenas ajuda você a se ajudar”, observa Rossana.

O cansaço também preocupou Ana Paula durante a noite. “Eu cheguei exausta lá no topo e pensei: ‘Como é que eu vou descer neste estado amanhã?’ Mas me disseram que a energia do lugar era tão forte que no outro dia eu estaria restaurada. Lembro que depois do ritual eu apaguei. Quando acordei, às 7h da manhã, após cerca de quatro horas de sono, parecia que eu tinha dormido a noite toda. Estava com disposição para descer”, diz.

Durante o retorno, Rossana conta que começou a refletir sobre sua própria história de vida e a dos outros que fizeram seus depoimentos. O encerramento oficial da vivência aconteceu na última etapa da descida, onde há uma clareira na mata. “Lá tocaram uma música muito bonita, e a letra mexeu tanto comigo que comecei a chorar e não parei mais. Todos se abraçaram, foi muito bonito”, conta Ana Paula.

Além do cansaço, no final de tudo restaram as experiências enriquecedoras e as lições aprendidas no caminho: auto-superação, determinação, cooperação e solidariedade, que vão continuar reverberando de maneira intensa e subjetiva para cada participante. Como diz Scussel: “A cada um compete construir sua experiência. Prazer ou dor são escolhas que se aprende a fazer. Desistir é uma possibilidade, assim como aceitar limites, descobrir forças, persistir e superar”.

Na chegada ao cume, denso nevoeiro


Esta vivência acontece uma vez por ano, sempre no mês de maio. Este ano foram organizados três grupos, que se dividiram em três finais de semana. Para quem ficou interessado nessa vivência, acesse o site www.montecrista.org ou entre em contato pelo email pousada@montecrista.org para mais informações.

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arteBA 2011: vitrine da arte contemporânea latino-americana

Por Alice Duarte, de Buenos Aires

A arteBA, uma das mais emblemáticas feiras de arte contemporânea da América Latina, realizada em Buenos Aires, encerrou nesta semana a sua 20º edição com um número estimado de 120 mil visitantes. O evento, que aconteceu entre 19 e 23 de maio, trouxe obras de artistas consagrados e emergentes, representados por 100 galerias, a maioria delas da Argentina. Um dia antes da abertura oficial, no pavilhão da La Rural, a exposição foi aberta somente para convidados, e eu estive lá vendo tudo em primeira mão, junto ao público especializado – curadores, artistas, galeristas, críticos de arte, diretores de museus, colecionadores e investidores.

Diferente de outros formatos de mostra com curadoria, a arteBA foi concebida para estimular o mercado de arte e por isso tem caráter mais comercial. Apesar de a organização incentivar as galerias a exporem obras com características de museu, os trabalhos apresentados tinham mais a característica de objeto. “Para mim ficou claro um grande predomínio de pinturas, um número menor de esculturas e poucos trabalhos que exploram o espectro mais experimental da arte”, observa o artista plástico Juan Parada, que visitou a feira junto com um grupo de artistas de Curitiba.

Ainda assim, a arteBA conseguiu, mesmo que pontualmente, inserir algumas obras conceituais e trabalhos experimentais, como o projeto do artista plástico Javacheff Christo, que ficou mundialmente famoso por embrulhar espaços públicos e grandes obras de arquitetura para estimular o espectador a olhar esses objetos de maneira diferente. Na arteBA, uma galeria estava vendendo seu projeto, que propõe embrulhar os caminhos do St Stephen’s Green, famoso parque da capital irlandesa. Também neste rol de obras conceituais se destacou a escultura “Calamidad Cósmica”, da portenha Luciana Rondolini. A obra era um enorme picolé de frutas desembrulhado, como aqueles que caem no chão e derretem sem ter sido provado. A obra foi uma das vencedoras do Prêmio arteBA Petrobras de Artes Visuais.

“Calamidad Cósmica”, da artista porteña Luciana Rondolini

Esta edição da feira destacou dois espaços que contaram com uma equipe de seleção própria: o U-Turn Project Rooms, com a presença de 18 artistas de 11 galerias (da Alemanha, Brasil, México Colômbia e Argentina), e o Barrio Joven Chandon, que reuniu novas galerias de Buenos Aires para destacar trabalhos de jovens artistas locais.

Este ano o evento adquiriu uma característica mais internacional, graças à participação de galerias do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Espanha, Estados Unidos, Holanda, México, Peru, Porto Rico e Uruguai. O Brasil foi representado por nove galerias, incluindo as paulistas Vermelho, Baró e Oscar Cruz. “Muito interessante visitar a arteBA para poder perceber um recorte do contexto latino-americano das artes plásticas contemporânea. Presenciei uma grande participação de países de língua hispânica e de forma mais tímida a participação do Brasil. Mas de uma maneira geral notei um bom nível de discussão conceitual nos trabalhos apresentados”, avalia Parada.

A feira não deixa de ser uma vitrine da produção artística atual. Entre pinturas, esculturas, performances, instalações e fotografias, foi possível ver uma grande diversidade estilística. A exploração de cores, formas, o diálogo com os materiais, o interesse pela relação entre a luz e a superfície, os jogos de perspectivas e a crítica presente nos trabalhos despertam a reflexão e a sensibilidade. E é essa experiência estética que estimula o diálogo com outras áreas, como moda, arquitetura e claro, o design.

Alice Duarte é jornalista e assessora de imprensa da Asa Design

Mais informações: www.arteba.org

 

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Coleções criadas pela Asa Design são destaque na Móvel Brasil

Produtos desenvolvidos pela Asa Design para quatro fabricantes de móveis estarão em exposição na Móvel Brasil 2011, tradicional feira de móvel e decoração de São Bento do Sul (SC), onde se localiza um dos maiores pólos moveleiros do país. De 17 a 20 de maio, as empresas Mohr, Renar, Máxima, Bel Metais, James e Irimar estarão apresentando seus lançamentos para representantes e lojistas de todo Brasil.

Para a Móveis Mohr, o escritório desenvolveu linha com três modelos de rack: Muniz, Segall e Anita. As peças exploram o jogo de relevos e recortes em madeira maciça, remetendo à fina marcenaria artesanal. O destaque fica por conta do contraste do brilho da laca preta com a lâmina de carvalho de poros abertos. Nos detalhes, conta a designer Daniela Ferro, sóciafundadora da Asa Design, a inspiração veio das artes plásticas, da arquitetura, da moda e das artes gráficas. “Os detalhes em madeiras trazem um toque de personalização ao móvel que raramente se encontra numa produção em série. Elas possuem um toque artesanal, e o acabamento tem a qualidade de uma produção seriada. Isso é o que diferencia o produto na loja”, diz.

Rack Muniz

“Estamos muito satisfeitos com o resultado do trabalho feito em parceria com a Asa Design, que está conosco desde 2009. Os novos produtos estão bem diferenciados e nossa expectativa de vendas é grande. A feira tem um foco mais regional, mas teremos visitas de representantes e lojistas de todo Brasil” diz Luiz Orzechowski, gerente financeiro da Móveis Mohr.

Para a Renar, que também está se voltando para o mercado interno, a Asa Design desenvolveu linha para sala de jantar e estar, inspirada na geometria da natureza, com um desenho bem orgânico. A coleção ZOOT (que inclui mesas de jantar, de centro, mesa lateral, aparador, rack, cristaleira e balcão) explora a combinação de vidro colorido com a madeira maciça, que leva uma textura bem marcada.

Mesa de jantar Zoot

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Asa Design em 2011

O novo blog da Asa Design chega em 2011 pronto para fornecer notícias fresquinhas sobre tudo que fazemos, vemos e gostamos, nossos projetos, participações em feiras e exposições, o sucesso de nossos clientes e muito mais sobre o mundo do design dentro (e fora) da internet! Seja bem vindo ao nosso novo canal de comunicação!

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